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EBOOK
Pesquisa científica! Publique conosco.
O que você precisa saber antes de submeter seu trabalho

A Associação Baobá no uso de suas atribuições torna pública chamada para a submissão de artigos científicos, com a temática cultura negra na sociedade em geral, buscamos a divulgação dos trabalhos desenvolvidos em consonância com o movimento social, ampliando cientificamente a produção cultural negra desenvolvida espaços escolares e não escolares. Busca-se a divulgação e ampliação do aquilombamento científico dos negros e negras produtores de ciência. 

A ONG Vânia Lafit tem o prazer em divulgar a chamada para publicação de capítulo no livro “Cultura LGBTQIA+: Raça, Classe e Gênero”. Essa obra é a junção dos ideais da construção de uma sociedade mais acolhedora, amparada cientificamente no combate as multifacetadas formas de exclusão e preconceitos. Os eixos dessa obra atendem a uma perspectiva básica para construção social visando o combate do racismo e da homotransfobia, alertando para as seguintes abordagens:

Que dia começou?
04 de setembro de 2021.  


Quem pode submeter TEXTOS? 

Alunos de Graduação, Professores da Educação Básica, Professores universitários e Alunos de pós Graduação, artistas e comunidade em geral .


Quando encerra as submissões?
25 de outubro de 2021.

Quais são as áreas do conhecimento? 
Todas as áreas do conhecimento em consonância com a proposição dos eixos de trabalho.

Os capítulos serão apresentados em formato de comunicação oral no evento?
Resposta: Não!


Publicaremos o livro físico?
Resposta: Será disponibilizado apenas em formato digital no link da biblioteca digital da associação BAOBÁ: https://www.associacaobaoba.com/black-box

Quantidade de páginas?

De 20 a 25 páginas.

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Eixo 1 - Educação antirracista e formação de professores  

Este eixo busca visibilizar pesquisas desenvolvidas a partir de abordagens teórico-metodológicas de cunho cultural afro-brasileiro, de modo a fortalecer o campo da afrocentricidade na formação incial e continuada. Nosso propósito é reunir relatos de ações e pesquisas originais que utilizem a cultura como processo de aprendizagem de ações antirracistas na formação docente.

Eixo 2 – Práticas culturais afro-brasileiras em espaços escolares

Este eixo tem como objetivo discutir os trabalhos que abordem os estudos curriculares em consonância com a educação para as relações étnico-raciais, desde a educação básica ao ensino superior, comunidades quilombolas, núcleos de estudos, programas de iniciação à docência (PIBID) e educação tutorial (PET), busca-se a promoção das ações desenvolvidas no espaço escolar que sejam de cunho acadêmico e cultural por euma educação antirracista. 

Eixo 3 – Práticas culturais em espaços não-escolares

Este eixo busca a valorização da cultura afro-brasileira e seus processos de esnino e aprendizagem que demonstrem potencialidade nesse debate e que comprovem as possibilidades de construção de práticas antirracistas, buscamos valorizar o saber popular e suas metodologias, contemplando os agentes culturais enquanto fomentadores, colaboradores, incentivadores, articuladores e promotores da cultural regional e local. 

Eixo 4 – Ações culturais afrobrasileiras como transformadoras da comunidade LGBTQIA+

Este eixo tem como objetivo colocar em evidência pesquisas desenvolvidas por pessoas da comunidade LGBTAI+, que interseccionam questões de relações étnico-raciais, gênero e diversidade sexual, especialmente no campo da educação. Buscamos a valorização das ações de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidos por/com a comunidade LGBTQIA+. 

Eixo 1 - Cidadania

Pensar a cidadania como fator determinante para a garantia de direitos básicos universais para a comunidade LGBTQIA+, difusora do pensamento de igualdade e base social de transformação. A cidadania é, entre outras classificações, o efeito de ser considerado na condição de pessoa que, como membro de um Estado, no gozo de direitos que lhe permitem participar da vida política, sendo agente transformador da sociedade.

Eixo 2 - Trabalho

Pensar o trabalho com um olhar do “não acesso” por parte de grupos que não se enquadram no perfil que atenda ao capitalismo seletivo, pensar a prática do trabalho formal como ferramenta de exclusão da comunidade LGBTQUIA+ e negra do acesso ao consumo de bens e serviços essenciais, tais como moradia, alimentação, saúde e lazer. Não incorporar as pessoas pertencentes a esses grupos sociais é colocá-las na condição da exploração multifacetada dos subempregos.

Eixo 3 - Direito

Pensar a ferramenta do direito institucional como a mantenedora da garantia dos direitos básicos da comunidade LGBTQIA+ e negra, amparar-se no que foi constituído enquanto leis para estabelecer um paralelo entre a vivência dessa comunidade e os ganhos e perdas ao longo do tempo histórico da luta pela liberdade sexual e de gênero. Pensar os diretos como ferramentas de lua contra a violência multifacetada contra os LGBTQIA+.

Eixo 4 - Relações étnico raciais

Pensar as questões de negritude como questões agravantes e determinantes sociais da exclusão social, pensar a sexualidade, o gênero e as questões raciais como preponderantes para a compreensão da realidade das relações sociais preestabelecidas. Pensar as questões de raça como pré-requisito da segregação espacial, cultural, econômica e da subalternização dos corpos negros LGBTQIA+.

ORGANIZADORES
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Marcelo Nogueira

Presidente da Associação BAOBÁ. Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABi UFU). 

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Luiz Araújo (Luiza)

Presidente da ONG VÂNIA LAFIT. Geógrafa e Pesquisadora de territórios de prostituição LGBTQIA+. 

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Juliano Cavalcanti

Graduado em Geografia. Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Membro da diretoria da ONG VÂNIA LAFIT. 

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Luciane Dias

Dra. em educação. Coordenadora do Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABi PONTAL). 

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